túrána hott kurdís by hasta la otra méxico! from Till Credner on Vimeo.
21 de jan. de 2009
Um breve resumo do... dia
túrána hott kurdís by hasta la otra méxico! from Till Credner on Vimeo.
16 de jan. de 2009
Chegou sexta... eeeee vamos bebemorar
18 de nov. de 2008
Entrada mais que triunfal no show da Shakira
Bom, isso ocorreu por volta de 1996 quando eu já morava em Campinas, estávamos eu, mais seis pessoas e iríamos todos de carona no show da Shakira, não que eu gostasse da Shakira, é que eu não tinha nada pra fazer mesmo, era bem no começo da carreira dela inclusive, enfim, estávamos lá, como bobolhandos.
Eu, que talvez aos 16 anos tinha já a voz da razão na cabeça pensei, bom possivelmente eles irão vir em dois carros, afinal, são 6 pessoas pra carona, não é? NÃO! Os bonitões vieram com um golzinho pra lá de Bangladesh, pense no golzinho quadradinho, fazendo o típico barulho “quero ser fusca”. Entramos nós 6 no carro, acredite, você leitor NUNCA teria visto cena tão grotesca na vida, seis pessoas num golzinho, é quase a piada dos elefantes num fusquinha.
Um sentava no colo do outro, uma coisa grotesca, aquele bando de homem se roçando, AINDA MAIS EM CAMPINAS, pois é, eu não estava acostumado ao “modo campineiro” de viver, não estou até hoje, enfim chegamos no show, literalmente explodimos pra fora do carro, e lá eu, saindo, o pastel.
Andando com os amigos do Leonardo, que era meu amigo, não me sentia a vontade, pense deste modo, 7 manos, um nerd, bom dá pra entender agora, eu ficava calado, minha mente contra ela mesma, parte dizendo “vá embora, este não é seu lugar”, enquanto outra dizia “fique se enturme”, no fim entrei no estádio do Guarani para assistir o tal show, quanto mais eu entrava, maior era minha briga cerebral, mas nessa hora a enorme número de playboys e manos “together” sem contar “Patty girls” que infestavam o ambiente, minha cabeça nesta altura já não dizia “vá embora”, ela dizia “se mata”.
Nisso começo a descer a escada pra irmos pro meio do furduncio onde ficaríamos pra ver mais de perto a Shaki... quem? Então, íamos até o local, escada de estádio, como elas são? Íngremes, grande diferença entre os lances, pequenos, e os pés de um nerd de 1,80? 44 bico largo. Resultado?
Pisei em falso, rolei totalmente a escadaria, de cima a baixo... ceninha deplorável, o duro que essas coisas a gente relembra em slow motion, e a parte do meu cérebro que dizia “vá embora” agora a cada degrau rolado dizia “eu te disse” e a outra dizendo “ele ta certo”. Chego no fim, todo dolorido, imagine a cena, um estádio inteiro rindo de você, é gente, sorte que aos 16 anos, considerando um histórico de desastres humanos naturais, eu não queria me enfiar debaixo da terra não, só senti isso depois de 3 minutos de risadas sem parar, aí sim queria me enfiar debaixo da terra.
O resto da história foi simples, vi o tal show da Shakira, não gostei, tava perto dela, tinha cara de atriz pornô mexicana, baixinha, uma catatau, não gostei das músicas, não fiquei OBVIAMENTE com nenhuma menina, fui embora, nesta altura de carona com o carro já de minha mãe ou sei lá quem.
Aprendi neste dia que não devo ir a shows de artistas pseudo cantores, com um povo pseudo qualquer coisa menos nerd, num estádio de um pseudo time.
17 de nov. de 2008
5 de nov. de 2008
Explodindo o transformador
Me lembrei recentemente do dia da explosão do transformador da maquina de lavar roupa.
Bom morei em Santos até meus quinze anos, lá a voltagem é 220 volts, porém eu tinha um videogame Atari que era 110 volts, a máquina de lavar roupa também era 110 volts, então quando eu queria jogar videogame, eu tinha que pegar o transformador de casa.
O transformador era um daqueles bem antigos, enormes, tinha até uma luzinha nele vermelha quando ele ligava, acho que pra 1987, ele deveria ser de 75, por aí.
Um destes dias, eu peguei o transformador pra jogar videogame com alguns amigos, estavamos todos empolgados, eu tava cheio de cartucho, mas o transformador andava estranho, muito estranho.
No prédio que eu morava, a instalação elétrica não era lá a das melhores, acho que foi tudo uma ocasião.
Sei que meus amigos com aquela pressa pra eu ligar o videogame, ligando na minha televisão preto e branca do meu quarto, quando liguei o bichinho no videogame.... BUM, meu, explodiu o transformador, a cena de terror tava feita, porque estava com janela fechada luzes apagadas, crianças gritando, muita fumaça, minha mão ficou preta de pó de queimado que saiu dele.
A minha mãe e avó se desesperaram, eu chorei e chego com a mão preta, minha mãe corre pra desligar a força, minha mão tava intacta, mas no pavor da ocasião, na cena de terror que formou, até a mente das duas formarem que não aconteceu nada, eu teria que decepar a mão...
Sei que depois que tudo voltou a realidade, minha mãe e vó mais tranquilas, eu volto chorando novamente pras duas, pergunto, MÃEEE ONDE TEM OUTRO TRANSFORMADOR? QUERO JOGAR VIDEOGAME.
Pô eu tinha 7 anos, me dá um desconto!
7 de out. de 2008
Expresso Feiura
Mas aconteceu algo que digo que foi no mínimo interessante, pois eu já errei de fretado antes e parei em cidade errada, mas nunca peguei um trem errado em minha vida, no caso foram 3 errados numa maravilhosa sequência.
Bom estava no Berrini por volta do meio de setembro e estava indo pra casa no final do dia, sempre tive curiosidade de andar nos trêns da CPTM de São Paulo, e sei que eles terminam na estação LUZ normalmente, LUZ é 3 estações do Tiête que é a que me leva pra casa em Summer Ass ou Sumaré assim como preferir.
Entrei no trêm me disseram que eu deveria descer em duas estações e pegar ponte ORCA que seria a ligação da estação de trêm que eu estava a estação de metrô, pois bem, eu todo empolgado envolvido pela fragrância de diversos suvacos podres ao meu lado mais o rio pinheiros logo a minha frente não me permitiram raciocinar muito fora que os paulistanos estão comendo muito mal, porque tava fedido que Deus me livre, quando eu vi que perdi a estação, perguntei, ah, o trêm se vc pegar tal tal e tal que eu chegaria a LUZ e assim indo ao Tietê.
Algumas estações depois, o trêm quebrou, algo que me disseram que é raro ocorrer, sinceramente não sabia onde estava, pois se eu descrever que o lugar era fedido, escuro, cheio de carros, eu praticamente descrevi qualquer lugar de São Paulo.
Bom e fui em frente, cada um me dava uma informação, dizendo que eu estava indo certo que o caminho para a LUZ era esse que eu pegava, e cada vez mais escuro, ironicamente.
Ah, os trêns, do berrini ao último trêm que peguei a coisa era gradual assim, vi no primeiro pessoas bem vestidas de terno e algumas mulheres com vestidos caros, cabelos arrumados e tudo mais. No último apelidado de expresso feiura, era camisa de deputado, povo sem dente, cabelo ahm, pensei 5 minutos pra tentar descrever o cabelo, porque não era armado, era amassado, seboso, caspolento, enfim, quando me dei por mim, eu fui parar em OSASCO!
o pior que era o bendito do caminho certo, mas levei uma hora e meia pra chegar até a luz do berrini, soube por outros meios que a orca comia uns 40 minutos de viagem pelo menos.(testei isso na segunda vez que peguei o trêm)
Quase perdi o ônibus pra Sumaré quando cheguei no Tietê, pois saí do berrini 18 e cheguei 17h45 no Tiête.
Bom, este foi o dia que conheci o expresso Feiura.
9 de jun. de 2008
Lembrete pessoal
Diogo <-- lembrar do dia que a jaca caiu em vc.