Minha esposa estava grávida, e eu estava indo no evento de final de ano que tem, ou ao menos tinha, todo ano no CPqD, e estavamos eu e meu tio Eduardo, no lugar da minha esposa que iria ficar repousando em casa, combinei com ele que iriamos ao show, já era por volta de 20h30 até a hora que iriamos sair. Este show era na Red Eventos, que fica em Jaguariúna, pra um bom conhecedor do local, sabe que é um tanto longe de Campinas e tem que pegar estrada.
Então eu e meu tio, em meu carro, pegamos e seguimos viagem, meu tio sempre me perguntando, "você sabe onde é a Red Eventos Di?", eu sempre respondia "bom deve ser facinho de chegar lá!", e nisso seguimos viagem, entramos na estrada, que estava bem escura por sinal e ficamos procurando a entrada do local enquanto conversavamos.
Foi num piscar de olhos, passamos direto a entrada da Red Eventos, e meu tio me perguntou onde era o retorno, e eu não sabia, pensei, vamos entrar em jaguariúna que deve ter um retorno por lá.
Entramos na cidade, seguimos pela avenida principal e não viamos a entrada que desse algum retorno pra Red Eventos.
Quando avistamos uma entrada que seguia até a ambev seguimos, porque a Ambev era bem ao lado, e fomos seguindo as placas, as ruas eram bem escuras, e não dava pra ver claramente o local, isso porque deixei meu carro em farol alto.
Segui uma única reta porque não haviam placas indicando curvas pra entrar pra Ambev e meu tio falava "Acho que nos perdemos", eu respondia com calma "fica tranquilo, porque na dúvida damos a volta". Uns 20 minutos ruas adentro, percebemos que chegamos em uma rua sem saída, com o som do show ao fundo, e na nossa frente, uma lagoa, cheia de sapos, coachando, a pergunta infâme que não queria ouvir "Era esse o show que você queria me levar?" que meu tio acabou dizendo me deu desespero.
Levei mais 40 minutos pra voltar pra estrada e fazer o retorno por lá, e pela segunda vez quase que nos perdemos na entrada, mas conseguimos pegar pelo menos metade do show naquele dia...
Embora o clima de gente bebum e outros que nem conversavam comigo estivesse tããããão bom que eu havia preferido o show com os sapos na lagoa.
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9 de jun. de 2008
24 de jan. de 2008
Doar de sangue é coisa pra macho...
O Everton e o João me lembraram desta.
Estavamos no CPqD e fomos, eu, Everton Denuncio, João (Carlos) Gomes doar sangue lá.
E quando chegamos ao posto de doação eu totalmente tranquilo pra doar sangue e eu me enchendo de suco, o João me diz que eu era um poço sem fundo, respondi que eu estava com fome e assim sairia melhor quando eu fosse doar, bom, fui lá.
No momento da doação fiquei bem, estava eu saindo me sentindo leve, sei na porta comecei a sentir tontura, sentei, pisquei o olho... num momento estava olhando o chão, noutro olhando o teto e todos rindo, pensei, que se passa, porque tá todo mundo a minha volta, aí todos me dizem que desmaiei, ainda quem faz a respiração boca a boca foi o enfermeiro gay.
Sei que fiquei no posto do CPqD e fui atendido pela enfermeira e tomei mais sei lá quantos sucos.
Memorável!
Estavamos no CPqD e fomos, eu, Everton Denuncio, João (Carlos) Gomes doar sangue lá.
E quando chegamos ao posto de doação eu totalmente tranquilo pra doar sangue e eu me enchendo de suco, o João me diz que eu era um poço sem fundo, respondi que eu estava com fome e assim sairia melhor quando eu fosse doar, bom, fui lá.
No momento da doação fiquei bem, estava eu saindo me sentindo leve, sei na porta comecei a sentir tontura, sentei, pisquei o olho... num momento estava olhando o chão, noutro olhando o teto e todos rindo, pensei, que se passa, porque tá todo mundo a minha volta, aí todos me dizem que desmaiei, ainda quem faz a respiração boca a boca foi o enfermeiro gay.
Sei que fiquei no posto do CPqD e fui atendido pela enfermeira e tomei mais sei lá quantos sucos.
Memorável!
O pai do João não tem perna!!!!
Trabalhava no CPqD quando isto aconteceu, estávamos reunidos, eu, Everton Denuncio, Marcelo Podestá e João (Carlos) Gomes, e não me lembro exatamente como começou a brincadeira sei que o Everton falou para zoar o pai do João que não sabe dançar e eu, O TROUXA, fui lá para começar, e zoava, zoava, falando que o pai dele não dança nada, nem lambada, sei que nisso o João chega e me diz, pô cara não tem consideração? o meu pai não tem as pernas e sai chorando da sala, fiquei super mal com isso, ele não falou comigo pelo dia todo, sei que eles rindo que não se aguentavam no segundo dia e me falando que era tudo brincadeira que me pegaram pra Cristo. ô povo maldoso, de lá pra cá, não zoei mais o pai de ninguém.
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