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6 de fev. de 2008

Futebol? Hockey?


Esta conversa surgiu porque eu desconheço bastante sobre jogos de futebol, e nossos colegas de trabalho criaram uma liga de futebol virtual, bom, até aí tudo bem, entrei para ver como me saio, cheguei e perguntei a um colega, quantos jogadores teriam que ter em campo, só tinham 10.
Como eu também criei um time de hockey pelo site, eles criaram esta capa de livro para mim.

24 de jan. de 2008

Doar de sangue é coisa pra macho...

O Everton e o João me lembraram desta.
Estavamos no CPqD e fomos, eu, Everton Denuncio, João (Carlos) Gomes doar sangue lá.
E quando chegamos ao posto de doação eu totalmente tranquilo pra doar sangue e eu me enchendo de suco, o João me diz que eu era um poço sem fundo, respondi que eu estava com fome e assim sairia melhor quando eu fosse doar, bom, fui lá.
No momento da doação fiquei bem, estava eu saindo me sentindo leve, sei na porta comecei a sentir tontura, sentei, pisquei o olho... num momento estava olhando o chão, noutro olhando o teto e todos rindo, pensei, que se passa, porque tá todo mundo a minha volta, aí todos me dizem que desmaiei, ainda quem faz a respiração boca a boca foi o enfermeiro gay.
Sei que fiquei no posto do CPqD e fui atendido pela enfermeira e tomei mais sei lá quantos sucos.
Memorável!

15 de jan. de 2008

Diogo em Alto Mar

Isto aconteceu nos tempos que eu surfava, eu estava num dia razoavelmente tranquilo, com ondas boas para surfar, mas com uma ressaca bem forte no dia, fui no fundo, de lá a onda é maior e posso aproveitar mais.
E estava eu lá, deitei pra esperar, deu uma calmaria fiquei, um sol forte poucas pessoas na praia, fiquei lá de boa, até que me bateu um sono super pesado, cochilei, quando voltei a mim estava super longe da praia, não alcançava mais a areia com meu pé, nisso me deu desespero, comecei a nada feito um desesperado, pensei, vou parar nessa correnteza em alto mar, nadava e não voltava, o desespero aumentava, quanto mais força eu fazia menos me movia, depois de uns 15 minutos sem parar de nadar surgiu uma onda, no que eu peguei, fui parar de volta a praia. sei que fiquei lá na areia, eu e a prancha, me sentia um cocô, imóvel, demorou até eu levantar de tão cansado que eu estava, depois deste dia nunca mais fui pro fundo.

Carros de meu pai

Quem conhece minha família, sabe que o meu pai tinha uma grande aptidão, a de conseguir carros tranqueira, um pior que o outro, mas ele teve uma brasília que era recordista em todos os requisitos, este era o verdadeiro podremóvel.
Um dia meu pai estava me levando de volta pra minha casa e eu tinha lá na faixa dos 9 anos, isto foi em São Vicente, quando num semáforo ficou vermelho e meu pai para a brasília, começo a rir vi uma roda correndo longe, e então falo, olha pai uma roda andando, meu pai começa a rir junto, gargalhavamos, até que ele chega e me diz, vai lá filho que a roda é nossa.

11 de jan. de 2008

Diogo confundido com um pedreiro

Esta vez foi interessante, tinha alguns dias que eu havia me mudado para a minha casa nova e eu estava do lado de fora deitado no banco da praça mexendo com meu notebook, estava sozinho e ainda poucas pessoas haviam se mudado para lá, era um verdadeiro deserto, nisso estava vestido com algumas roupas que eram verdadeiro trapo. Barba por fazer, uma roupa surrada antiga e uma calça bem suja, porque eu estava montando meu jardim no quintal de casa. Bom, caí no sono e algumas horas se passaram, dormi com meu notebook na barriga, acordo assustado com o ronda me abordando "De quem é este computador?!?" eu respondi, ainda um tanto zureta "É meu, moro ali.", custou para ele acreditar mas ele havia pensado que eu era um pedreiro e havia roubado o notebook de alguém. Eu hein!