21 de jan. de 2008

Durepox a nova goma de mascar

Quando eu tinha uns 8 anos minha mãe foi na casa de uma amiga dela que era próximo onde eu morava, sendo bem sincero acho que era a umas duas quadras, ainda no canal 1 mesmo, mais em direção ao centro. Ela me fez ir, para que eu não ficasse sozinho no apartamento e eu embora relutasse ela havia me dito que eu teria com quem brincar, tudo bem lá fui eu.
Chegando lá eu vi uma menina e um menino ambos mais velhos que eu, enquanto minha mãe conversava, eu fui chamado para a área de serviço, lá fiquei brincando até que eles (claro que com uma mente extremamente maldosa) me chamaram pra experimentar um novo tipo de chiclete e eu olhei era durepox, disse não é chiclete já vi minha mãe usando isso.
15 minutos depois de ameaças eu tive que mastigar a porcaria do durepox, sem gosto sem nada, eles rindo, claro eu lá mastigando o bendito, disse pra eles, agora é a sua vez. Claro que eles não mastigaram, fui embora falei pra minha mãe, mas fiquei com boca amarrada uns 3 dias.

17 de jan. de 2008

Bosta de burro vai te jogar

Era moleque e tinha ido na casa da amiga de minha mãe em Praia Grande, e sempre brincava com os filhos desta amiga dela, por um acaso eles estavam brincando de pega pega na rua, pensei logo então, puxa legal!
Fui lá na rua e pedi pra participar, aceitaram e uma menina que é a que estava liderando a brincadeira disse, olha se a gente pegar você vai jogar cocô de cavalo, o que você pensa, que é igual cocô da vaca amarela, pensei deve ser coisa deles, e lá sai eu correndo, corria muito bem na época e quase sumi do mapa, quando voltei parecia que eles tinham até parado a brincadeira, o que me veio na cabeça, ótimo terminou né, pois tinham armado de me pegar e volto eu a sair correndo de novo, mas me pegaram, estava já cansado (coisa de asmático), quando veio a menina com um balde, cheio de bosta de cavalo, AQUILO ERA NO SENTIDO LITERAL DA COISA, me bateu um desesperado queria sair de lá, não consegui.
Tomei um banho de merda na cabeça, sei que tive que tomar uns 3 banhos praquilo sair de mim, detalhe que a cadela morava do lada da casa da amiga da minha mãe, quando ela me via me encarava se fazia de gostosa. Aquilo foi duro.

15 de jan. de 2008

Diogo em Alto Mar

Isto aconteceu nos tempos que eu surfava, eu estava num dia razoavelmente tranquilo, com ondas boas para surfar, mas com uma ressaca bem forte no dia, fui no fundo, de lá a onda é maior e posso aproveitar mais.
E estava eu lá, deitei pra esperar, deu uma calmaria fiquei, um sol forte poucas pessoas na praia, fiquei lá de boa, até que me bateu um sono super pesado, cochilei, quando voltei a mim estava super longe da praia, não alcançava mais a areia com meu pé, nisso me deu desespero, comecei a nada feito um desesperado, pensei, vou parar nessa correnteza em alto mar, nadava e não voltava, o desespero aumentava, quanto mais força eu fazia menos me movia, depois de uns 15 minutos sem parar de nadar surgiu uma onda, no que eu peguei, fui parar de volta a praia. sei que fiquei lá na areia, eu e a prancha, me sentia um cocô, imóvel, demorou até eu levantar de tão cansado que eu estava, depois deste dia nunca mais fui pro fundo.

Carros de meu pai

Quem conhece minha família, sabe que o meu pai tinha uma grande aptidão, a de conseguir carros tranqueira, um pior que o outro, mas ele teve uma brasília que era recordista em todos os requisitos, este era o verdadeiro podremóvel.
Um dia meu pai estava me levando de volta pra minha casa e eu tinha lá na faixa dos 9 anos, isto foi em São Vicente, quando num semáforo ficou vermelho e meu pai para a brasília, começo a rir vi uma roda correndo longe, e então falo, olha pai uma roda andando, meu pai começa a rir junto, gargalhavamos, até que ele chega e me diz, vai lá filho que a roda é nossa.

11 de jan. de 2008

Diogo confundido com um pedreiro

Esta vez foi interessante, tinha alguns dias que eu havia me mudado para a minha casa nova e eu estava do lado de fora deitado no banco da praça mexendo com meu notebook, estava sozinho e ainda poucas pessoas haviam se mudado para lá, era um verdadeiro deserto, nisso estava vestido com algumas roupas que eram verdadeiro trapo. Barba por fazer, uma roupa surrada antiga e uma calça bem suja, porque eu estava montando meu jardim no quintal de casa. Bom, caí no sono e algumas horas se passaram, dormi com meu notebook na barriga, acordo assustado com o ronda me abordando "De quem é este computador?!?" eu respondi, ainda um tanto zureta "É meu, moro ali.", custou para ele acreditar mas ele havia pensado que eu era um pedreiro e havia roubado o notebook de alguém. Eu hein!

9 de jan. de 2008

Tomadores de caldo de cana.

Desta é capaz do meu primo Vinícius se lembrar, foi quando eu era adolescente já morando em Campinas fui a casa de meus primos, Vinícius estava lá e falou para irmos a praia, e lá fui eu à praia com ele, falei "Cara que sede que eu estou" e o Vinícius me apresentou o esquema do choro.Como funciona:
Fui ao primeiro tiozinho vendendo caldo de cana, tomei o caldo e ele disse, pede o chorinho, bom fui lá e pedi. Tomei um copo e meio de caldo de cana.
E não joguei o copo fora conforme ele disse pra manter, fui a próxima banca, e pedi o choro q não tinha no tiozinho anterior, então este me deu o chorinho, fomos sem mentira alguma do canal 1 até a ponta da praia só tomando chorinho de caldo de cana, quando voltei pra casa eu tinha energia suficiente pra ficar acordado uns 3 dias.
Bom ao invés disso, fiquei com uma mega desinteria!

20 de nov. de 2007

Trash Day Festival: Festival de merdas de um dia ruim

Tudo bem, conta-se que eu sou um cara animado, brinco com todos, zoo e sou zoado, feliz dizem as más linguas, mas existe o famigeradooooo TRASHHHHH DAY! e hoje foi o TRASHHHH DAY FESTIVALLLL! com direito a todo tipo de calamidade que poderia acontecer em um dia.
comecemos o dia. Acordei sem muito espirito, porque claro, estava gripado, com febre, dor no corpo e tudo que se tem direito numa hora dessas.
Pois bem, saio de casa promssa de dia ensolarado, quase perco o onibus, nuvens a vista.
Chego em São Paulo minutos antes de eu descer e descubro que estou sem passes para metro, sem um puto no bolso, chamo um taxi, porque não né.
Taxista adivinhem, um português, velhinho... devagar e confuso que só, quase que o velhinho idoso velhusco da propaganda da vitrola, 15 explicações depois, ele entende que era pra ir pra alameda santos no banco real e não no banco real da paulista... a chuva piora, o bendito portuga me faz o pior caminho.
Enfim chego ao meu trabalho, revejo o que já fiz, noto "onde está Wally?" esqueci a nota fiscal que deveria mandar hoje, ligo pra Cris, levo bucho mór, com direito a hadouken fonado...
no fim do dia pego onibus motorista gentil e ultra inteligente ao chegar na altura de jundiai pela anhanguera, pega a estra pra sao paulo de volta, chega em jordanésia e retorna pela bandeirantes e pasmem, a 4 quadras de onde estavamos.
chego em casa Cris com conjuntivite... agora cade a vaca voadora q não fez coco na minha cabeça?